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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Aquele portão



Abre aquele portão e deixa entrar
o pobrezinho que sofre 
com o estômago vazio
e aquele outro que diz
não poder suportar
todo o rigor do frio...

Abre aquele portão,
estende a tua mão
e oferta-lhe sorridente, o cobertor
ou o pedaço de pão...
Não deixes passar esta oportunidade
de receber de volta
um sorriso amigo, que expressa  gratidão,
transbordante de paz e felicidade.

Abre aquele portão ...Que mais espera?
Eles que hoje batem
são os mesmos que em outras eras
recusavam alimento
aos que ansiosos, lhes batiam à porta
e se negavam a agasalhar
a criança, que jazia semimorta
na noite nevoenta,
ou ainda, deixavam de dar o copo de  água fria
a mãe sedenta...

Mas...que importa?
Isso tudo passou!
A Justiça Divina os fez retornar
lado a lado contigo...
Abre aquele portão!
Não sejas tu quem hoje
tudo hás de lhe negar!

Deus não te coloca
como instrumento de sua punição,
pede-te apenas que diante da aflição
desses corações batidos pela dor
sejas tão só 
instrumento de amor.

Deus só te pede que lhes ensines
as lições de caridade,
de modo que transformem 
toda a maldade
no doce instrumento de fraternidade.
Deus quer apenas que lhes ajudes
 a reconhecer nas lutas da expiação
o caminho mais curto de sua redenção.

Vai amiga!
Abre aquele portão!
La fora, o abandono, o medo, o desamor...
No  entanto, aqui, a segurança e a paz,
filhas do Amor.

Abre aquele portão
e distribui o pão, o agasalho,
o caldo que aquece,
mas distribui também a crença em Deus,
a luz da esperança, o calor de uma prece,
a força para lutar, a vontade de vencer 
e a coragem para prosseguir.
Abre aquele portão,
para que possam ver,
que sob o manto da bondade,
eles, que hoje choram,
voltarão a sorrir.

Um dia, diante de ti, na Eternidade,
um portão de luz também se há de abrir.
Mãos amigas a ti se estenderão
e plena de emoção
tu o atravessarás
para entrares assim
felicidade sem fim,
guardando-te em paz!

Eu já atravessei aquele portão...

                                                                                                  Icléia
                                                                                                         1985      


Autora espiritual da poesia: Icléia
Livro: Evangelho em prosa e Verso
Diversos espíritos
Edição: Lar de Teresa
Site: www.lardetereza.org.br
E-mail: lardetereza@uol.com.br



                                                                                              




segunda-feira, 18 de abril de 2016

Filho meu, não chore





27/5/2000


Autor: Élys Vianna


Meu coração chora...
Deus criou-me à sua imagem e semelhança...
Por que chora o meu coração? ...
Por que me falta esperança?....


Assim, entristecido,
alguém, a Deus questionou;
o Pai, então, com bondade,
com muito amor lhe falou:

- Filho meu, não chore!...
Pare um pouco para pensar...
Se Eu lhe dei uma vida,
por que vou lhe abandonar?...

O importante, meu filho,
é a fé, nunca, perder,
seja jovem, ou seja, idoso,
com certeza vai vencer...

Agora, se tranqüilize...
sempre ao seu lado estarei
e por toda a eternidade,
Meu Amor eu lhe darei.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O Amanhã é da Criança




Imagem Google

25/8/2006

Autor: Élys Vianna


Um passarinho voa.
Busca aconchego em seu ninho.
Uma criança pobre, para ajudar a família,
busca trabalho na rua, carente de carinho.

Caminha com os pés descalços,
sente o frio da solidão.
Sem o afago da ternura,
sofre o seu pequeno coração.

Pessoas passam apressadas...
Ela não entende o que acontece.
Poucas são as que param
ou lhe oferecem uma prece...

O amanhã é da criança.
Ajudá-la é um dever.
O amor e o carinho são necessários,
para ajudá-la a crescer.



segunda-feira, 4 de abril de 2016

Desarma



Sempre que alguém, te procure tecendo comentários 
inflamados contra outrem, empenha-te em desarmá-lo.
Não incentive, a respeito de quem quer que  seja, a conversa negativa.

Toma a defesa da paz e não alimentes qualquer desavença 
cujas consequências danosas não se podem prever.

Que, a partir de sua boca, o mal não encontre meios de continuar propagando-se.

Mesmo que o alvo seja um adversário teu, não participe do apedrejamento...

Quem a ti fala deste ou daquele falará de ti ao primeiro que esteja disposto a ouvi-lo.

No dia em que não mais deres guarida à maledicência os maledicentes deixarão naturalmente de procurar-te.

Mensagemnº 83
Autor espiritual: Irmão José
Psicografia:Carlos A. Baccelli
Livro: Senhor e Mestre
Editora: LEEPP
Site: www.leepp.com.br